20/04/2017

Não quero tentar compreender quem não faz o mesmo por mim

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Lendo um dos meus blogs favoritos vi que problemas de falta de comunicação,interesse no outro atravessa a fronteira do oceano.Lendo esse texto pude ver que isso é geral,me confortou ler tal relato e não me senti mais inadequada e sozinha, por ter esse ponto de vista tão parecido com o da Maria.Após um longo período fazendo as coisas pelas beiradas,tentando manter a diplomacia e prender as pessoas a leitura do meu blog,decidi apagar muitas postagens e aos poucos vou republicar coisas antigas,textos que acho que cabem aqui.

Compreendi afinal que não preciso obrigatoriamente falar sobre subculturas para ser interessante,não me resumo a apenas isso,minha persona não é apenas o Underground,minha pessoa abrange sentimentos e variados pensamentos.Sempre me propus a entender a mente humana,sem julgar,apenas como uma curiosa,mas entendi que não preciso me esforçar para ter empatia com aquele que não possui o mesmo por mim.Não serei rude com esse tipo de pessoa,apenas não a manterei dentro do meu ciclo de convivência intima,como já mencionei sou bem seletiva no que diz respeito a amizades,prezo a lealdade e não faço minhas relações de vitrine.

Fiquei presa a amizades/relacionamentos onde o outro era narcisista e egoísta,me esforcei ao máximo para não ver negatividade nessa conduta,escutava pacientemente o que o mesmo tinha a dizer e caso auxilio e alento fosse me solicitado,eu me dispunha da melhor forma possível. Nunca fui de me intrometer,odeio ser invasiva e que façam isso comigo.Vi que estou aqui para quebrar certos paradigmas herdados da minha família,o engraçado que os ciclos de  gerações entre meus pais,meu irmão mais velho e eu são redondos (pais:1957 | irmão 1977 | eu: 1987),e nos meus estudos sobre numerologia ( a louca dos assuntos ocultos )o fim de um ciclo é 9 e o começo de outro é 1,ou seja a cada dez anos há um fim e um recomeço.

E o que isso tem haver com compreensão?Muita coisa,compreender ciclos repetitivos e padrões faz com que quebramos esse vicio,infelizmente meu irmão está indo pelo mesmo caminho tortuoso da minha mãe,algo que eu quebrei e não estou a seguir,o engraçado que quebrei esse ciclo no ano que completo trinta anos,idade na qual minha mãe me deu a luz.Conviver com ansiedade e depressão apesar de torturante me ensinou muitas coisas boas,a depressão já está quase ausente e minha ansiedade moderada,me sinto feliz em me entender dessa forma ampla,e me tornar alguém melhor,mais forte e que voltou a ser centrada e focada.

Sinto que tenho novos caminhos a seguir,pessoas novas e importantes vão cruzar meus caminhos,algumas vão permanecer e outras apenas estarão de passagem.Mas darei a devida importância para todas elas,pois isso é muito importante para a minha jornada de recomeço.Sou intensa e tenho que usar isso para me construir e reconstruir,e não me devastar e destruir.

PS:Eu sei que me observa calado, isso me deixa feliz e ao mesmo tempo honrada.

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